Geoff Ballotti tem câncer.
O CEO da Wyndham anunciou o diagnóstico recentemente. As notícias são pesadas, mas não desesperadoras. O prognóstico é favorável. Isso importa mais do que a rotina diária. Ele vai continuar no jogo.
Ásia se move rapidamente
Andrew Langdon fala no Skift Asia Forum.
O diretor de desenvolvimento da Accor traçou o mapa para a Ásia. Mudança de gerações. A competição é quente. As marcas convertem rapidamente.
Quem ganha? Média escala e economia.
Eles impulsionam o crescimento. Não as torres luxuosas e brilhantes. Os quartos práticos. Aqueles que cabem no orçamento. O mercado hoteleiro da Ásia está a mudar mesmo debaixo dos nossos pés. Langdon diz que temos que nos adaptar ou desaparecer.
Agora é uma questão de velocidade. Não é status.
Luxo fica chato?
A Cathay Pacific abandonou as cabanas lounge da primeira classe.
Observe isso. Está quieto. Nenhum grande comunicado de imprensa gritando a mudança. Eles retiraram o conforto físico para construir algo abstrato.
O que?
Um sistema operacional de design. Uma aparência de toda a rede que sobrevive a qualquer aeroporto. Qualquer equipe local.
É mais difícil copiar código do que copiar móveis.
Isso indica para onde estão indo as viagens de luxo. Deixa de ser sobre aquilo que você toca. Começa a ser sobre a experiência que te segue. Você não pode roubar um sentimento tão facilmente quanto pode roubar o design de um sofá.
O Acordo de Futebol
Accor renovou o acordo com o PSG.
Parece boato de marketing. Olhe mais de perto. O programa de fidelidade conta agora com mais de 100 parceiros.
A arquitetura é importante. Mais do que o título.
Cada parceiro enfrenta três testes. Eles passam ou desistem. A Accor não está apenas comprando a colocação de um logotipo. Eles estão construindo um ecossistema. O clube de futebol é apenas um nó. A rede é o ativo.
O mito da Índia
A Índia incrível terminou. Ou assim eles pensaram.
O Azerbaijão intensificou-se. Destino de saída da Índia que mais cresce.
Como?
Sem marca. Nenhuma campanha. Familiaridade cultural zero.
Os orçamentos de marketing abriram buracos no bolso. Nada voltou além do silêncio. O Azerbaijão cresceu no vazio.
Deve encerrar o debate sobre gastos com publicidade. Deveria?
Provavelmente não. Amamos demais nossas lindas fotos. Continuaremos comprando anúncios mesmo quando os dados indicarem o contrário.
