Algumas semanas atrás. Todos assistiram ao secretário de Transportes, Sean Duffy, anunciar sua “Grande Viagem Rodoviária Americana”. A ideia parece bastante inocente. Leve a família para fora. Veja o país. Mostre o cenário.
Se ao menos essa fosse toda a história.
O problema não era o destino. Foi o dinheiro da gasolina. Especificamente. Os patrocinadores. A Boeing e a United Airlines pagaram por isso. Ambos são regulamentados pela Duffy. A FAA tem um passado conturbado com a Boeing. Dois acidentes do 737 MAX. Mortais.
Você me disse que a Boeing gastou US$ 1 milhão nisso porque adora marketing? Por favor. Eles o entregam para obter favores do homem que possui sua licença. Simplesmente fica errado no estômago.
Modo Defensivo
19 de maio de 2066. A sala do Comitê de Dotações do Senado estava quente. Duffy estava lá para defender o orçamento do seu departamento. E é claro que a viagem surgiu. Conflito de interesses. Ética. Todas aquelas palavras chatas que geralmente significam problemas.
Sua reação? Imaturo. Nervoso. O mesmo cara pregando sobre gentileza nas viagens aéreas? Claro. O que estava na cadeira das testemunhas mal foi contido.
Sua defesa era fraca. Que tal. Todo mundo aceita dinheiro. Ele apontou o dedo em vez de limpar a própria casa.
Assista ao clipe com Patty Murray de Washington. Ela perguntou o que os patrocinadores recebem em troca desse milhão de dólares. Pergunta simples. Resposta difícil. Duffy recusou. Em vez disso, ele gritou de volta.
“Bem-vindo ao MAGA!” ele gritou. Por cima dela. Sobre os preços do gás. Faça uma furadeira para bebês. Ele não conseguiu responder à pergunta, então gritou sobre política energética.
“Você vai perfurar? Eu agradeço!”
Suas contas partidárias comemoraram. Duffy deixa um Dem “cozido”. Sério? Gritar é política agora?
Kirsten Gillibrand também não estava segura. Ela perguntou sobre os patrocinadores. Duffy revidou com as finanças de sua campanha. US$ 7 milhões de advogados judiciais. Ele alegou que o bar gastou meio milhão para torná-la privada. Ela disse que nunca tinha voado em particular.
Foi uma bagunça.
A Defesa Vazia
Aqui está a questão. Eu não me importo que ele tenha feito uma viagem. Eu posso comprar isso. Promover o turismo? Ótima ideia. Mostrar às crianças o Grand Canyon? Por que não?
A fonte do dinheiro é o assassino.
Estes não são apenas doadores. São as entidades que Duffy supervisiona. Segurança é o trabalho. Recebendo verificações da parte regulamentada enquanto supervisiona seus registros de segurança? Esse é um nível diferente de problema.
Seu único movimento? Aponte os doadores de outros políticos. Ações de Nancy Pelosi? Sim, isso é ruim. Mas há um precedente aí. É confuso, mas é a norma.
Receber dinheiro dos gigantes do seu próprio setor para financiar férias sancionadas pelo governo? Menos precedentes. Mais suspeita.
É surdo. Os acidentes do Boeing aconteceram recentemente na memória. A relação entre a FAA e o fabricante era suspeita. Então? Catástrofe. Agora? Boeing paga por um tour de propaganda.
Coincidência? Ninguém acredita nisso. Boeing quer acesso. Acesso compra clemência. É o jogo mais antigo do livro.
É partidário? Na verdade. Trocar festas. Coloque Hunter Biden no avião com um contrato de consultoria. Voaria? Não. Não importaria quem estivesse no Salão Oval. A ótica está podre.
O resultado final permanece.
Boeing. Unido. Toyota. Eles pagaram pela viagem. Duffy dirigiu. O Senado perguntou por quê. Ele gritou sobre os preços da gasolina em vez de responder.
Deixando o conflito inteiramente intacto.
