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Barbados Binge da BA Crew aterra um jato

Os detalhes

5 de julho. Com destino a Londres. Assentos vazios.

O voo 254 da British Airways deveria decolar de Bridgetown naquela tarde de domingo. Não aconteceu. Em vez disso, o avião ficou parado enquanto quatro tripulantes permaneceram suspensos enquanto se aguardava a investigação. Por que? Álcool. Muito disso.

A tripulação havia chegado a Barbados no dia anterior no voo 255 a bordo de um Boeing 7700ER-200. A escala deles mudou em um resort com tudo incluído. Vodka e cerveja fluíam livremente. Então o caos começou.

Uma mulher vomitou no bar. Um homem caiu no chão, precisando de ajuda física apenas para voltar ao quarto. Os convidados tentaram reclamar. Eles encolheram os ombros. Um comissário de bordo teria respondido: “Somos da tripulação da British Airways, e daí?”

“Esperamos os mais altos padrões…”

BA emitiu a resposta estéril habitual. Eles afirmam que estão “investigando urgentemente”. Parece promissor. Geralmente não é.

O Custo

A aeronave não poderia partir sem a tripulação de cabine legalmente mandatada. Simplesmente não era seguro para o serviço de passageiros. No entanto, a BA precisava daquele metal no ar. Então eles voaram para casa vazios. Renomeado como BA9156. Um vôo fantasma.

Isto não é apenas uma má notícia para os passageiros retidos em Bridgetown. É caro.

O avião envolvido, matrícula G-VIIA, é veterano. Entregue em março de 1997. É provavelmente o ferro mais antigo de toda a frota. Essa safra importa menos do que o valor da compensação.

O Regulamento CE 261 do Reino Unido exige pagamentos para cancelamentos de longa distância. Cada pessoa devia 520 libras. Faça as contas. Multiplique isso por 237 assentos. Você atingiu cerca de 164.867 dólares. Além de hotéis. Além de refeições.

A BA pagará o valor total? Improvável.

A maioria das pessoas não reivindicará isso. Aqueles que o fizerem serão bloqueados pela resistência corporativa até desistirem. É o manual padrão.

Um padrão

Isso é único? Não.

A tripulação da BA parece tratar as escalas como festas selvagens. Houve o piloto que cheirou cocaína em um passageiro nu na África do Sul. Ele tentou voar de Joanesburgo para Londres. Mandei uma mensagem se gabando do efeito das drogas. Ele foi demitido. Rápido.

Depois houve o Rio. A tripulação bebeu e se drogou. Fui pego. A história deles? Um assalto falso. Convencendo a ninguém.

Lembra das Maldivas? Brigas de bêbados. Um atendente desmaiou na areia. Outro correu nu pelo café da manhã. E isso era apenas o lobby. Surgiram relatos de “girar a garrafa” em hotéis. Desafios envolvendo bater na porta dos hóspedes enquanto estão nus. Eles usaram álcool roubado do abastecimento do avião.

A administração ignorou isso? Na verdade, a BA enviou um memorando alertando a equipe para parar de correr nua.

Esse aviso veio logo depois que um piloto tentou roubar peixes do lago de um hotel.

Uma tripulação da British Airways. Apenas especial.

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