O Google quer que os hotéis comprem coisas.

Não apenas reserva um quarto. Compras agenciadas. Isso significa algoritmos reservando toda a viagem em seu nome, tomando decisões que os humanos costumavam guardar com ciúmes.

Accor joga o jogo longo

A mudança da Ásia. Andrew Langdon, chefe de desenvolvimento da Accor, diz que as mudanças geracionais estão forçando as marcas a se adaptarem. Ou morrer. A concorrência está a aquecer, principalmente nos segmentos médio e económico. A suíte de luxo não é onde mora o crescimento. É a caixa do orçamento. As conversões estão acelerando porque os modelos antigos estão se esgotando.

A ressaca da IA

O CEO do Uber está fazendo uma pergunta assustadora.

A IA está realmente melhorando vidas? A resposta parece obscura. Uma reação está chegando. Claro. As pessoas estão cansadas de serem otimizadas.

Depois, há a Expedia. A CEO Ariane Gorin admite que erraram.

Roamie falhou. Foi um teste.

A lição? Os chatbots de IA ponta a ponta não são práticos agora. Muito atrito. Talvez mais tarde. Mas, por enquanto, os humanos ainda precisam de humanos, pelo menos durante parte do processo de reserva.

O aperto

A Expedia está se esticando.

Meta. Uber. Claro. Eles estão fazendo parceria com todos que mantêm seus dados upstream (inspiração) ou downstream (dia da viagem). Eles não querem reinventar a Agência de Viagens Online. Eles querem expandir a definição. A reserva é apenas um passo. Eles querem a jornada inteira.

Então, a conveniência importa mais do que a privacidade? Ou estamos cansados ​​demais para nos importar?

O algoritmo conhece seu orçamento. Ele conhece seus tempos de espera. Ele pode saber para onde você quer ir antes de você. A porta está se abrindo.