Castlelake está aqui. Os outros pretendentes são fantasmas. Depois de quatro propostas terem desaparecido em menos de um mês, o conselho da EasyJet concordou no domingo com um acordo com a empresa de investimentos norte-americana. Aproximadamente £ 5,2 bilhões. Talvez US$ 7 bilhões, dependendo de como o dia for.
Não foi feito.
Castlelake tem até 3 de agosto. Eles podem caminhar. Se permanecerem, os acionistas votam. Os reguladores ficam olhando. Fica confuso.
A estrutura? Esquisito. Castlelake fica com 49%. O resto vai para Peter Bellew e Mark Breen. Dois cidadãos da UE. Um ex-executivo da EasyJet, um consultor aeroespacial. Uma lacuna legal disfarçada de propriedade. As regras europeias não gostam de chefes estrangeiros.
A Europa odeia dinheiro externo para transportadoras de médio porte. Sempre fez. Existe um precedente, no entanto. A Delta possui quase metade da Virgin Atlantic. Isso já dura mais de dez anos. A Turkish Airlines também fez algo.


















